quinta-feira, 6 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
TRÂNSITO COM A VIDA...

Todas as experiências em educação para o trânsito de crianças e adolescentes objetivam capacitá-los a preservar suas vidas e saúde como pedestres e ciclistas, bem como contribuir para a formação de um cidadão consciente de seus direitos e obrigações. Espera-se que as lições aprendidas na escola perdurem até quando crescer e for motorista.
consideramos o principal objetivo da educação para o trânsito a preservação da vida e da saúde das crianças e adolescentes. Para isso, é necessário acrescentar ao conhecimento de atitudes seguras e ao desenvolvimento de habilidades psicomotoras, a consciência de seus direitos e obrigações, desde cedo, a fim de torná-los cidadãos plenos quando adultos. Não devemos esquecer, porém, que até os 9-10 anos de idade, a criança não deve andar sozinha em locais de trânsito intenso. Ora, se antes disso seu comportamento é resultado de condicionamentos feitos pelos familiares e amigos que a acompanham, são estes que têm de ser treinados para transmitirem conhecimento ao futuro pedestre e ciclista que transitará sem acompanhante. Não é por acaso que no exterior a educação para o trânsito de crianças envolve seus pais. E que muitas mães e pais voluntários se dispõem a caminhar com elas para a escola, transmitindo-lhes conhecimentos e comportamentos adequados à preservação de sua segurança.
Se ao aluno não for permitido refletir criticamente sobre o trânsito, sobre as conseqüências da liberdade do automóvel no sistema viário e se ele não puder vivenciar os valores éticos, as ações educativas não estarão contribuindo para a formação de um cidadão, nem de um motorista que respeite as regras por compreendê-las como condição fundamental para a vida em sociedade….. Assim, é importante dar oportunidade para os alunos exporem suas expectativas e crenças, mesmo que estas reflitam uma descrença no homem, pois é no confronto de idéias e crenças que se conseguirá a formação de cidadãos conscientes.
Comentário: a criança começa, desde cedo, a desenvolver comportamentos e atitudes que trazem implícitos os valores do ambiente humano em que está sendo criada. Quando chega à escola, seja como pedestre e, em muitos casos, até mesmo como ciclista, já tem comportamentos que resultam de vivências familiares e sociais, assim como decorrentes de sua interação com o trânsito no local em que vive. Portanto, não permitir que o aluno expresse essas experiências, muitas vezes arduamente vividas, é ignorar a realidade e educar no vazio. O professor sabe que é mais fácil ensinar a quem não sabe nada sobre determinado assunto do que a alguém que possa ter aprendido errado. Em matéria de comportamento no trânsito o assunto é muito mais sutil e perigoso, pois se trata de preservar a vida e a integridade do aluno. Um pai ensinou e treinou seu filho, corretamente segundo ele, a respeitar o sinal de pedestre que o permitia a atravessar a rua e chegar a um clube esportivo que freqüentava aqui no Ceará. Um dia, ao atravessar essa rua só, iniciou a travessia quando o sinal de pedestre estava verde e foi atropelado. É a realidade de hoje. Não a de ontem. Tampouco a do futuro, que deve regular nosso comportamento visando a preservar nossa vida e saúde no trânsito. E a de hoje mostra, a quem quer enxergar, que o pedestre não deve confiar somente no sinal. Portanto, é extremamente importante que o aluno revele o que faz no trânsito e porque o faz. A responsabilidade do professor em alterar esse comportamento é muito grande. No caso do filho atropelado seu instinto animal seria o de olhar para a rua, como fazem os cães e gatos. Instinto esse que lhe foi abafado com o ensinamento do respeito ao sinal de pedestre. O pedestre ou ciclista pode e deve respeitar o sinal, mas somente iniciar a travessia depois de uma olhada “animal” para confirmar se realmente os veículos estão parados ou em vias de fazê-lo. O uso de material retro-refletivo à noite é desconhecido da experiência vivida por nossos pedestres e ciclistas. Trata-se de prática indispensável para evitar atropelamentos. Não basta ver o veículo; é preciso ser visto pelo motorista, bem antes da aproximação do veículo.
A pesquisa foi realizada em 5 escolas públicas e 5 escolas particulares da cidade, com 400 alunos da 4ª à 8ª séries do Ensino Fundamental. Como resultado, concluiu-se que os alunos: percebem o ambiente de trânsito como violento; demonstraram estar conscientes dos riscos diários etc…….. Hoje, os alunos entrevistados devem ser jovens de 18 a 26 anos, na faixa etária com a mais alta taxa de mortalidade por acidente de trânsito. Muitos podem ser motoristas conduzindo seus carros e engrossando as estatísticas de acidentes. O que, então, pode ter ocorrido com a consciência crítica?…… Quando somos oprimidos, tendemos a reproduzir este papel quando temos condições para isto: segundo Paulo Freire, é a internalização do opressor.
Freud e muitos psicólogos que o precederam já conheciam o fenômeno da internalização, tanto de comportamentos saudáveis, como doentios. Não com a qualificação marxista de “internalização do opressor”, como a designa nosso ilustre educador. No caso de desvios sexuais é muito comum que indivíduos que tenham sofrido abusos sexuais quando crianças reproduzam esse comportamento quando adultos, com outras crianças. A moderna psicologia e psicanálise podem oferecer instrumentos pedagógicos interessantes para o desenvolvimento de valores e mudanças de comportamento em geral.
No entanto, refletir sobre o trânsito fornece a oportunidade especial de discutir sobre comportamentos que repercutem em inúmeros aspectos da vida do cidadão, trazendo para o debate não somente os riscos a que estamos sujeitos ou que criamos mas, fundamentalmente, a necessidade de se desenvolver uma consciência crítica sobre a responsabilidade coletiva.
Comentário: este parágrafo é um reconhecimento claro que os valores subjacentes a atitudes e comportamentos no trânsito também dão sustentação a múltiplas manifestações e ações do indivíduo em outras atividades sociais. Hoje o cidadão tem de estar informado, habilitado e pronto para conviver em harmonia com outros cidadãos, cumprindo suas obrigações e exercendo seus direitos. Refletir sobre sua condição de cidadão e buscar a prevalência de princípios saudáveis de convivência deve ser um dos focos principais da educação básica e não da educação para o trânsito. O trânsito, o meio ambiente, os jogos esportivos, por exemplo, poderão ser encarados de forma construtiva e positiva se os valores básicos do indivíduo se coadunam com o respeito e amor à vida e ao próximo. Por outro lado, situações concretas de solução de conflitos no trânsito, no uso e na preservação de nossa natureza, nas disputas esportivas, oferecem exemplos e oportunidades para a discussão e desenvolvimento desses valores.
EDUCAR CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARA VIDA NO TRÂNSITO
Educar crianças e adolescentes para a vida no trânsito
Eloir de Oliveira Faria
Marilita Gnecco
No mundo inteiro busca-se melhorar a segurança no trânsito com ações de engenharia, fiscalização e educação. Todas as experiências em educação de crianças e adolescentes objetivam capacitá-los como pedestres e ciclistas, bem como contribuir para a formação de um cidadão que respeite a legislação e não se envolva em acidentes de trânsito. Espera-se que as lições aprendidas na escola perdurem até quando crescer e for motorista. Exceto por pouquíssimos programas educativos que adotam a cidadania como referência para desenvolver a consciência crítica sobre direitos e deveres no trânsito, quase todas as práticas educativas existentes no Brasil e no exterior abordam o tema sob o ponto de vista informativo. Partem da premissa de que o aluno precisa conhecer comportamentos seguros e como atravessar as vias (treinamento de habilidades psicomotoras).Esta prática reflete uma visão em que o homem precisa adaptar-se ao automóvel e os acidentes não são entendidos como conseqüência de um modo de vida que cultua o individualismo e a competição. A grande maioria das ações educativas atuais, portanto, colabora para a dominação da máquina sobre o homem. Se ao aluno não for permitido refletir criticamente sobre o trânsito, sobre as conseqüências da liberdade do automóvel no sistema viário e se ele não puder vivenciar os valores éticos, as ações educativas não estarão contribuindo para a formação de um cidadão, nem de um motorista que respeite as regras por compreendê-las como condição fundamental para a vida em sociedade.
Para dar “voz” à criança e ao adolescente, realizou-se uma pesquisa de percepção sobre o meio ambiente de trânsito e, principalmente, sobre as relações entre as pessoas e seus papéis no trânsito. A pesquisa foi realizada em 5 escolas públicas e 5 escolas particulares da cidade do Rio de Janeiro, com 400 alunos da 4ª à 8ª séries do Ensino Fundamental. Como resultado, concluiu-se que os alunos: percebem o ambiente de trânsito como violento; demonstraram estar conscientes dos riscos diários, não se esquecendo da pressa e da velocidade do mundo atual; conhecem as principais regras de circulação, seus direitos e deveres no trânsito; criticam o poder público por não dotar as cidades com infra-estrutura adequada para a segurança no trânsito; preferem medidas concretas para conter a violência no trânsito (policiamento, fiscalização, soluções de engenharia), deixando a educação por último; sentem-se fragilizados perante os motoristas, mostrando-se conscientes do “status” representado pelo carro de passeio e do jogo de poder que se reflete no trânsito; ficam indignados quando seus direitos são desrespeitados; mostram-se sensibilizados com o sofrimento das pessoas que perdem familiares ou se acidentam no trânsito; a impunidade foi vista como importante fator contribuinte para o desrespeito às regras e para a ocorrência dos acidentes; não estão satisfeitos com a sociedade que fica imóvel diante da violência no trânsito.
Parece que estes alunos já sabem muito! Assim, a educação para o trânsito teria pouco a fazer. Por que estes alunos têm uma percepção altamente consciente sobre o assunto? Como mais de 1/3 dos entrevistados foi vítima ou acompanhava alguma vítima de quase acidente ou de acidente de trânsito, isto pode indicar que esta percepção vem do sofrimento diário de circular na cidade. Vivenciaram de perto a violência do trânsito. Se esta pesquisa tivesse sido realizada há dez anos, provavelmente os resultados seriam equivalentes. Os estudantes de então também não teriam tido aulas de educação para o trânsito (obrigatória desde 1999, mas ainda não adotada na maioria das cidades). Eles não teriam encontrado motoristas mais respeitadores dos seus direitos e a cidade não estaria em melhores condições de segurança do que hoje: as estatísticas de acidentes comprovam isto.
Hoje, os alunos entrevistados devem ser jovens de 18 a 26 anos, na faixa etária com a mais alta taxa de mortalidade por acidente de trânsito. Muitos podem ser motoristas conduzindo seus carros e engrossando as estatísticas de acidentes. O que, então, pode ter ocorrido com a consciência crítica? E com seus conhecimentos sobre as regras de circulação? Mais ainda, o que pode ter havido com a sensibilidade demonstrada com a dor das pessoas que perdem familiares no trânsito? Estariam eles reproduzindo a relação desigual de poder que existe em nossas vias e que eles criticavam?
Quando somos oprimidos, tendemos a reproduzir este papel quando temos condições para isto: segundo Paulo Freire, é a internalização do opressor. É claro que nem todos os motoristas usam o carro de forma violenta, mas existe um comportamento que retrata bem este fenômeno: O MOTORISTA NÃO CONSEGUE “ENXERGAR” O PEDESTRE OU O CICLISTA. Mesmo sabendo dos riscos, não consegue perceber a necessidade de reduzir a velocidade em vias residenciais, pois um acidente pode provocar a morte de pedestres ou ciclistas. Quando não há fiscalização, estaciona nas calçadas e pára sobre faixas de pedestres. O motorista entra ou sai de garagens e não espera o pedestre passar, mesmo sabendo que a calçada é o espaço do pedestre! O trânsito tem uma característica peculiar que o diferencia quanto a outros tipos de conflitos sociais: TODOS OS MOTORISTAS TAMBÉM SÃO PEDESTRES em algum trecho de sua viagem. Um motorista que não respeita os direitos destes também pode ter seu direito como pedestre desrespeitado. Em educação para o trânsito, como fazer entender que se respeitarmos os direitos dos outros, os nossos também o serão? Como educar para que não se reproduza o motorista opressor que a criança e o adolescente encontram no seu dia-a-dia? Como preservar a empatia e a sensibilidade que demonstram inicialmente? Será que os alunos entrevistados na pesquisa de percepção deram pistas para estas respostas?
Os alunos acreditam que o indivíduo é o principal responsável pelo acidente de trânsito e que a engenharia e a fiscalização são as principais soluções para evitá-lo. A constatação desta percepção, que reproduz uma visão parcial das causas dos acidentes e possíveis soluções, reforça a importância de promover uma reflexão crítica sobre a responsabilidade coletiva pelos acidentes, de modo a atingir a principal meta das ações educativas: a redução dos riscos nas vias.
Alguns alunos mostraram situações de risco como fonte de prazer: manobras perigosas, excesso de velocidade e a travessia fora da passarela. Contribuir para a mudança desta percepção é um grande desafio, já que envolve uma crença valorizada e muito reforçada pelos meios de comunicação. Somente uma educação que permita ao aluno expressar esta crença, que possibilite uma reflexão ampla sobre seus motivos e conseqüências, pode dar conta de tratar desta mudança de perspectiva.
Os alunos apontaram a necessidade de maior colaboração entre as pessoas e consciência para não se envolver em acidentes de trânsito. Apontaram a condição individual fundamental para se adquirir esta consciência: amor à sua própria vida e à dos outros. Assim, é importante dar oportunidade para os alunos exporem suas expectativas e crenças, mesmo que estas reflitam uma descrença no homem, pois é no confronto de idéias e crenças que se conseguirá a formação de cidadãos conscientes.
A partir destas reflexões, o Programa de Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ desenvolveu o projeto pedagógico Trânsito Com Vida1 que se diferencia da visão tradicional e reconhece a importância do treinamento de habilidades e da formação crítica, mas inclui também a formação em valores humanos. Este programa educativo promove a cidadania através da análise de situações reais no trânsito e da reflexão sobre as conseqüências da liberdade dada ao tráfego motorizado individual no aumento do risco de acidentes. O programa pretende também incentivar a vivência de experiências cooperativas na sala de aula e no trânsito. Reconhecemos que os professores enfrentam a tarefa de abordar uma gama cada vez mais variada de assuntos. No entanto, refletir sobre o trânsito fornece a oportunidade especial de discutir sobre comportamentos que repercutem em inúmeros aspectos da vida do cidadão, trazendo para o debate não somente os riscos a que estamos sujeitos ou que criamos mas, fundamentalmente, a necessidade de se desenvolver uma consciência crítica sobre a responsabilidade coletiva.
a Engenheiro da Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro
b Professora do Programa de Engenharia de Transportes e Vice-Diretora e Diretora de Planejamento, Administração e Finanças do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro
1 O Portal Trânsito Com Vida (www.transitocomvida.ufrj.br) foi elaborado com o apoio do CNPq e da FAPERJ.
terça-feira, 30 de março de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
VIAS ALTERNATIVAS SÃO OPÇÕES PALIATIVAS PARA CAOS NO TRÂNSITO


Para fugir do trânsito caótico das grandes avenidas de Fortaleza, a saída, muitas vezes, é optar por ruas alternativas. Muitas vezes, o percurso pode ser maior, mas a economia de tempo traz grandes vantagens.
O percurso habitual do bairro Antonio Bezerra ao Benfica, por exemplo, prevê passagens pela Av. Jovita feitosa e pelo trecho em obras no cruzamento da Humberto Monte com Bezerra de Menezes.(FOTO DESTAQUE: Projeto do Viaduto neste cruzamento)Engarrafamento certo no horário de pico.Para quem precisa chegar ao Bairro Antonio Bezerra, uma via a ser seguida é a Sargento Herminio,com bastante fluxo no horário do pico (Oeste-Leste).Nem todos os fortalezenses conhecem a malha viária da cidade para saber quais são as possíveis opções.São aproximadamente, 12 mil ruas e 115 mil quarteirões, segundo o Departamento de Engenharia de Trânsito da Universidade Federal do Ceará(UFC). Outro problema é a má conservação das vias secundárias, que sofrem por não existir um bom acabamento do serviço do SANEAR após a sua conclusão;A falta de sinalização e buracos podem atrapalhar o percurso do Motorista.
Escolher Vias alternativas pode ser uma medida paliativa, mas o problema do trânsito de Fortaleza precisa de uma série de ações para ser solucionado." O Município nessecita de novas vias, pois as que existem estão saturadas" comentou o Professor do Departamento de Engenharia de Trânsito da UFC, Paulo Holanda Cavalcante...(leia mais em diariodonordeste.com.br)
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
AGUARDANDO COM CALMA E PRUDÊNCIA ATÉ DEZ 2010

As obras da Av.Mister hull começaram em Janeiro de 2009, foram prejudicadas com as fortes chuvas(Fevereiro e Maio),estamos sofrendo com engarrafamentos,pois a obra não pode parar. A restauração da Av. Bezerra de Menezes compõe o corredor de transporte Antonio Bezerra/Papicu, que irá interligar os demais terminais de integração estabelecendo faixa exclusiva para circulação do transporte coletivo.As vias estão sendo recuperadas e ampliadas em todo o percusso que vem desde a Av.Mister Hull na seguência pela Av. Bezerra de Menezes até o mercado São sebastião,recebendo obras de drenagem,pavimentação, urbanização, paisagismo, incluindo a padronização das calçadas e ciclovias. Esperamos suportar todos os serviços que hora passa nossa avenida, para que possamos ir e vir de casa para o colégio sem chegar nenhum segundo atrasado.Contamos com o apoio de todos os pais de alunos que utilizam o Transporte Escolar, e que o mesmo tenha de alguma forma passar por esses locais,a sua compreenção é de suma importância para o andamento do ano letivo, pois temos a certeza de que tudo vai ficar ainda melhor após a conclusão das obras.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
A Importância da Leitura para a criança

O livro é muito importante na vida de uma criança. Com ele podemos aprender e conhecer o mundo. O livro nos faz viajar e vivenciar uma vida diferente. Quando lemos , nos tornamos espertos e ficamos atentos para o mundo atual. Com o livro podemos aprender a escrever melhor e termos mais noção da pontuação e de outras coisas mais. Um bom livro nos passa uma nova experiência de vida, nos passa mensagens para nos ensinar coisas novas desde o ventre de nossa mãe. O livro é fundamental na vida das pessoas. Com ele aprendemos a conhecer outras realidades. Ele ajuda a acabar o analfabetismo, o desconhecimento. Através dele podemos expressar o que sentimos nas mais diversas questões , por isso ele é fundamental na vida, não só das crianças , mas dos adultos também. Rafaela Teixeira - Aluna FB JR
domingo, 1 de novembro de 2009
SEU BEM MAIS PRECIOSO NÃO TEM PREÇO...PARA REFLETIR
Pais , antes de escolher o transporte Escolar para seus filhos , reflitam:Vocês entregariam um cheque em branco , assinado , para um desconhecido buscar seu dinheiro no banco? Enviariam para o conserto , uma tv de plasma lcd de 50 polegadas , através de um motorista que vocês não conhecem e que fosse buscá-la em sua casa? Enviaria seu veículo para qualquer oficina e nas mãos de qualquer pessoa para levá-lo sem conhecer a pessoa?
Não? Por quê? Por que são bens de altíssimo valor? Por que tem medo de perdê-los? Receiam de que seus bens possam ser danificados?
E SEUS FILHOS? Para quem entregará seus bens mais preciosos a serem conduzidos de casa para escola? Para O(A) TIO(A) ESCOLAR que cobrar mais barato? Para aquele(a) que parece ser mais simpático? É seu ou sua Vizinha de calçada???
CUIDADO!!! Perca um pouco mais de tempo nesta escolha, assim como fazem para comprar o material escolar , onde buscam o melhor , nem sempre o mais barato. Sejam rigorosos, cautelosos e extremamente responsáveis no momento de assinar um contrato com o escolar para transportar seu filho.
Existem excelentes empresas e profissionais autônomos prestando serviço no Brasil todo e em Fortaleza. Assim como têm aqueles em quem não se deve confiar nem o transporte de um cacho de bananas . Referência de responsáveis incluidas na rota do escolar é super importante,o acompanhamento dentro do Colégio e fora dele. Dê preferência aquele que exerce a profissão por vocação e não por sustentabilidade e que tenha no mínimo uns 5 Anos no mercado. Não escolham O + BARATO ( não será o EXTRA!!!) levando pacote? Afinal estão escolhendo quem irá se responsabilizar pelo transporte do seu mais precioso sentido na vida.Seu Filho. Não podem errar nesta escolha.
LEMBRE-SE: OS PAIS TAMBÉM TEM O DEVER DE COLOCAR AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES A SALVO DE TODA FORMA DE NEGLIGÊNCIA.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Compreendendo a criança...
Como reagir com o comportamento de uma criança mal educada, birrenta...etc ?
Eu acho que quem tem que apanhar são os pais. A criança é o que os pais ensinam. Se ela nao aprendeu a ser gente é porque não teve bons professores.
Nao existe essa palhaçada de "as crianças de hoje são diferentes..." Elas podem ter um desenvolvimento mais precoce por nascerem em um mundo com uma comunicação globalizada e ter acessoa informação desde o berço, mas criança é criança desde a pré historia. Elas agem de acordo com os exemplos que encontram no meio em que vivem.
Na biblia jah ta dizendo "ensine a criança o caminho em que deve andar..."
Se não ensinou.. quem tinha que levar umas bofetadas na cara são os pais!
Por E-mail: Cler oliveira e foi uma das mais votadas no nosso blog!

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Qual a diferenca de uma crianca hiperativa e danada?
Resposta de Eric Costa
A hiperatividade, denominada na medicina de desordem do déficit de atenção, pode afetar crianças, adolescentes e até mesmo alguns adultos. Os sintomas variam de brandos a graves e podem incluir problemas de linguagem, memória e habilidades motoras. Embora a criança hiperativa tenha muitas vezes uma inteligência normal ou acima da média, o estado é caracterizado por problemas de aprendizado e comportamento. Os professores e pais da criança hiperativa devem saber lidar com a falta de atenção, impulsividade, instabilidade emocional e hiperativa incontrolável da criança. Crianças 'danadas' são crianças saldáveis que gostam de brincar demais.

Eu acho que quem tem que apanhar são os pais. A criança é o que os pais ensinam. Se ela nao aprendeu a ser gente é porque não teve bons professores.
Nao existe essa palhaçada de "as crianças de hoje são diferentes..." Elas podem ter um desenvolvimento mais precoce por nascerem em um mundo com uma comunicação globalizada e ter acessoa informação desde o berço, mas criança é criança desde a pré historia. Elas agem de acordo com os exemplos que encontram no meio em que vivem.
Na biblia jah ta dizendo "ensine a criança o caminho em que deve andar..."
Se não ensinou.. quem tinha que levar umas bofetadas na cara são os pais!
Por E-mail: Cler oliveira e foi uma das mais votadas no nosso blog!

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Qual a diferenca de uma crianca hiperativa e danada?
Resposta de Eric Costa
A hiperatividade, denominada na medicina de desordem do déficit de atenção, pode afetar crianças, adolescentes e até mesmo alguns adultos. Os sintomas variam de brandos a graves e podem incluir problemas de linguagem, memória e habilidades motoras. Embora a criança hiperativa tenha muitas vezes uma inteligência normal ou acima da média, o estado é caracterizado por problemas de aprendizado e comportamento. Os professores e pais da criança hiperativa devem saber lidar com a falta de atenção, impulsividade, instabilidade emocional e hiperativa incontrolável da criança. Crianças 'danadas' são crianças saldáveis que gostam de brincar demais.

1. A REFLEXÃO É UMA QUALIDADE INDISPENSÁVEL A QUALQUER EDUCADOR.
2. QUEM EDUCA DEVE SABER O QUE QUER.
3. QUEM EDUCA DEVE CONHECER O EDUCANDO.
4. DEVE SER FIRME E SUAVE E QUE UMA ORDEM JUSTA,QUANDO DADA,DEVE SER MANTIDA.
5. AS PERGUNTAS DAS CRIANÇAS DEVEM SER SEMPRE RESPONDIDAS COM A VERDADE
6. DEVE ESFORÇAR-SE EM CONSEGUIR QUE AS CRIANÇAS PRATIQUEM O BEM PELO BEM E NÃO COM A INTENÇÃO DE RECEBER UM PRÊMIO OU POR EXCLUSIVO TEMOR AO CASTIGO.
7. DEVE ACOSTUMAR AS CRIANÇAS A FALAR COM NATURALIDADE E PARA ISTO, É ACONSELHÁVEL ESTIMULAR , ENTRE ELAS , O RELATO DE SUAS OBSERVAÇÕES E EXPERIÊNCIAS.
8. DEVE LEVAR AS CRIANÇAS A AGIR POR SI MESMAS, A RESOLVEREM, TANTO QUANTO POSSÍVEL,SOZINHAS, SUAS SITUAÇÕES DIFÍCEIS.
9. PERMANECENDO NUMA POSIÇÃO DE ESPECTATIVA ESTÁ COOPERANDO PARA QUE AS CRIANÇAS POSSAM AGIR SOZINHAS E SE TORNEM MAIS INDEPENDENTES.
10. UMA DAS FINALIDADES ESSENCIAIS DA EDUCAÇÃO É FAZER COM QUE A CRIANÇA DE HOJE E, CONSEQUENTEMENTE , O HOMEM DE AMANHÃ SE BASTE A SI MESMO.
A IMPORTÂNCIA DE SER CRIANÇA

Cada momento do ciclo da vida tem uma importância definida. Mas,sem dúvida , a infância é o período mais representativo na formação do ser humano. "É nessa fase que o futuro adulto se constitui. Viver uma boa infância significa passar de forma saudável fisica e mentalmente para a fase adulta", explica a pedagoga Andréa Cavalcanti.
Brincar, fazer amizades, se divertir mais também ter obrigações. Deixar a criança passar por frustrações é importante."É esse aprendizado que faz com que o adulto aprenda a lidar com vitórias, mas também com derrotas". Conviver com os pais no dia a dia também é um importante fator de formação , mas que , por causa da correria e da falta de tempo comum aos moradores de centros urbanos , se torna uma atividade cada vez mais rara. Não basta colocar numa escola ou até mesmo no sistema utilizado do tempo integral,ou pagar uma super Nani para vigiar seus filhos.Uma infância bem vivida depende muito mais das atitudes dos pais do que de qualquer outro fator. Diga não à super-proteção.Dentro dos limites, garanta a seu filho liberdade de ir e vir e de tomar decisões. Varie nas brincadeiras. Em vez de fornecer a ele brinquedos fabricados , incentive brincadeiras ao ar livre ou com brinquedos e jogos artesanais. Isso contribuirá para o desenvolvimento da fantasia e da criatividade de seu filho. Participe mais da vida de seu pimpolho , com certeza ele irá aproveitar o máximo esse relacionamento.Tire dúvidas. Diminua o acesso à televisão e PC , em vez faça uma leitura de um bom livro com ele, incentive a leitura,o teatro , uma visita ao cinema. São fortes aliados na formação cultural e criativa da criança.
CRIANÇA ATIVA É SINÔNIMO DE ADULTO SAUDÁVEL
Uma criança que pratica atividade física ,terá mais chances de ser um adulto saudável, por isso deve-se dá importância para atividade física nessa idade que é primordial para o desenvolvimento de um ser humano saudável físico e mentalmente.
Atualmente é muito comum vermos crianças obesas com uma alimentação totalmente inadequada e desequilibrada com uma rotina onde computadores,o videgame, tomam o lugar do movimento como correr, saltar,brincar.
Na escola é indispensável a importância da educação física como parte do ensinamento escolar,pois forma a cultura do bem estar e uma saudável rotina,onde o praticar atividade deverá sempre ter a mesma importância no desenvolver da criança.Sempre dando a oportunidade de desenvolver cada criança com suas particularidades e respeitando seu nível psicológico e físico.
Na colônia de Férias é indispensável a prática esportiva e de atividade física para as crianças, pois ela tem o grande papel de promover o desenvolvimento motor , faz com que ela descubra seus limites e se integre no contexto e discuta sobre o mundo em que vive. Passe a entender seu corpo e seu limites.
Melhor em tudo, na auto-estima, auto-confiança , melhore seu metabolismo reduzindo as condições para o surgimento de doenças crônicas ligadas ao sedentarismo como pressão alta , doenças do aparelho respiratório ,entre outras.A pratica de atividade física é um bem formador de saúde devendo ser atribuida a criança logo nos primeiros meses de vida.Faça um bem ao seu filho sempre.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
UM TEMPO PARA VOCÊ,UM TEMPO PARA SEU FILHO E UM TEMPO PARA TODOS...



Acreditamos na educação porque o sucesso é completo quando nos tornamos seres humanos melhores.Melhor para nós é uma atitude de respeito consigo mesmo,ouvindo com clareza seus sonhos, suas aspirações e seus próprios sentimentos, sem atropelos de consumo exagerado, de vaidade vazia ou qualquer um desses obstáculos que prometem muito e nada cumprem. O que nos torna completos é nos permitir ouvirmos a nós mesmos, no silêncio ou no encontro com as pessoas amadas, uma escuta que nos leva a priorizar nossa paz e alegria de viver. É enxergar a vida para além e lançar-se na aventura da convivência com as pessoas, pois é com elas que precisamos caminhar. Atitudes de carinho e atenção com seus filhos podem parecer pequenas ou confusas em relação a atividade de transportar,mas causam uma grande revolução, pois eles podem sentir que são queridos por todos inclusive no momento de trabalho de um adulto. Assim novas gerações irão surgindo ,cada vez melhores. Isso é a nossa esperança. Eu sei que precisamos tomar atitude, com a sebedoria de quem já trabalha com criança a pelo menos uns 15 anos e ainda cheios de vitalidade, com a inquietação de uma criança e a determinação de um jovem. Obrigado por fazer parte de nossa história ou por iniciar nela.****ESCOLAR TIA ANDRÉA & TIO JÚNIOR***
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
VAMOS REFLETIR...
FUTUROS MOTORISTAS BEM MAIS EDUCADOS
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
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