sábado, 22 de junho de 2013

Agora as crianças têm mais um bom motivo pra pular e correr.

As inscrições ainda estão abertas para a segunda corrida Pão de Açucar  Kids em Fortaleza na pista da UNIFOR ,evento a ser realizado no dia 06 de Julho às 8 horas.
Categorias (Masculino e Feminino) 
Nascidos em: Fraldinha 2011, Fraldinha 2010, 2009, 2008, 2007, 2006, 2005, 2004, 2003, 2002 e 2001. 

VALOR DA INSCRIÇÃO: 
Até 01 de junho de 2013 = R$ 30,00 cada participante 
A partir do dia 02 de junho de 2013 = R$ 40,00 cada participante 
*encerramento das inscrições 25 de junho. 

I M P O R T A N T E 
Caso o limite de vagas seja alcançado antes do prazo previsto, as inscrições serão encerradas sem aviso prévio. 
A organização poderá, a qualquer momento, suspender ou prorrogar prazos ou, ainda, elevar ou limitar o número de inscrições, em função de necessidades, disponibilidades técnicas e/ou questões estruturais, sem aviso prévio.
                                                        SER FELIZ É SÓ COMEÇAR.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Entusiasta da educação - Amália Simonetti 27/05/2013 (Matéria:Páginas Azuis/OPOVO)

Maria Amália Simonetti Gomes de Andrade tem 56 anos, é casada e mãe de dois filhos. Tem licenciatura e bacharelado em Economia Doméstica (UFC) e é professora do Departamento de Economia Doméstica da UFC desde 1987. Tem especialização em Metodologia da Pesquisa Social (UFC), é mestre em Educação (Faculdade de Educação da UFC) e é doutoranda da Faculdade de Educação da UFC. Foi consultora do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic) – Eixo Alfabetização e Educação Infantil. É autora de livros publicados na área de educação e formação de professores. Também é consultora da Escola Espaço Vida.(Foto:OPOVO: André Salgado Nasceu em Assu (RN).Ela se emociona ao falar do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic), que ajudou a criar. É tão encantada com o poder da educação e a força do professor que, mesmo quando teve câncer, não deixou os trabalhos. A professora Amália é empolgada. Fala com entusiasmo de educação, gesticula quando conversa sobre pedagogia e se emociona quando conta do processo de transformação na escola. Gosta de discutir a alfabetização. E mais: gosta de ver as coisas acontecendo. Amália Simonetti participou da formação e do nascimento do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic), adotado pelo Governo do Estado, como forma de alfabetizar as crianças da rede pública de ensino até os 7 anos de idade. A professora descreve cada etapa com o orgulho de quem vê os resultados dando certo. Mas não faz isso motivo de vaidade. Nem se diz “a mãe do Paic”. Ela foi “aquela que foi com olhar de professora”, como define. E se mostra surpresa com a dimensão que o projeto tomou. O Paic inspirou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), do Governo Federal. “Me emociona saber que é uma coisa do Ceará. É o nosso saber respeitado”, justifica. E, como todo professor é também um contador de histórias, Amália é autora de livros infantis. Um deles, Parece... mas não é, “foi feito para o professor aprender”. Mas tinha de atrair a criança. A professora usa o conceito “palavramundo” de Paulo Freire para explicar como reuniu linguagem e realidade na alfabetização. “Tinha que ser um desafio, que toda criança gostasse. Eu pensei: ‘toda criança gosta de animal. Animal e ludicidade’”. Foi o que fez. Em cada letra, um ser diferente. Parece urubu... mas é abutre. Começa com a letra A. Parece touro... mas é búfalo. Começa com a letra B. Mas, como todo mundo é sempre professor e aluno, como nos lembra Rubem Fonseca, a professora Amália precisou aprender a olhar mais para si. Com a descoberta do câncer, em 2011, ela se refugiu na crença na força humana. Logo após receber o diagnóstico, viajou a Salvador (BA) para coordenar a equipe que implantava o programa de alfabetização lá. Só na volta é que contou da doença ao marido. Passou a ler Nietzsche, buscou outros conceitos. Mesmo na quimioterapia, não deixou os grupos de estudos. Fazia as reuniões pelo Skype. “E assumi minha careca”, sorri. É mais uma das boas histórias de superação que ela nos conta. O POVO - Como começou a sua relação com o Paic? Amália Simonetti - Foi em 2005, logo após uma pesquisa realizada pela Assembleia Legislativa sobre a situação da alfabetização no Ceará e que mostrou aqueles resultados que o MEC (Ministério da Educação) já vinha mostrando, que as crianças estavam chegando à 5ª série sem ler e escrever. Diante dessa situação, alguns secretários de Educação dos municípios se reuniram na Aprece (Associação ds Municípios do Estado do Ceará). Tinha que ter uma saída. Eu já tinha escrito esse livro, o Desafio de alfabetizar e letrar, e aqui na universidade, no Departamento (de Economia Doméstica), tem o NDC, o Núcleo de Desenvolvimento da Criança, que é uma escola de aplicação e na época tinha até a alfabetização, que fazia parte da educação infantil. Por isso, minha ligação com a alfabetização. E fui procurada, nós, da universidade, nos reunimos no NDC e tentamos ver como podíamos ajudar. Não tinha esse modelo, essa estrutura de Paic. Tinha a ideia do Paic, dos eixos, mas não tinha o formato, a estrutura e nem era do Estado. Era da Aprece e da Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação). OP - A senhora foi procurada por quem? Amália - Pela Aprece e pela Undime, que já tinham uma pessoa da universidade, o professor Cláudio Marques, que era do setor de avaliação. Mas precisavam de uma pessoa da parte pedagógica. Eu me dispus a ir com a professora Cilvia Queiroz, que também é do NDC, e nós fomos para a Aprece. O que mais que me encantou foi a gente não saber o que fazer. Eu pensei: “Eu tenho tanta coisa pra fazer, ainda vou me meter num negócio desses?”. Mas sabe quando você volta de uma reunião inquieta com a situação, com a responsabilidade da situação? E resolvemos na Aprece, junto com as pessoas responsáveis na época, que eram a Luiza e a Márcia Campos, visitar alguns pontos do Ceará. Conversar mais de perto com esses secretários, os prefeitos. OP - Ir pro Interior. Amália - Ir pro Interior. Escolhemos alguns pontos e viajamos. Pensei: “Vai ser ótimo ter esse reencontro com o Ceará”. Eu já morei em Independência, em Iguatu... Mas é diferente. Sou do Rio Grande do Norte, mas, desde os 15 anos, moro aqui. Então, fomos para Iguatu e reunimos o pessoal daquela região. Depois ao Cariri. Depois, para a região de Sobral, Ubajara, Russas, Aracati. A gente foi para regiões que representassem cada região do Estado. Em todas, eles respondiam como nós poderíamos ajudá-los, o que eles realmente queriam diante dessa situação. E era unânime, parecia combinado, todas as regiões diziam: “A gente quer uma proposta para alfabetizar. A gente precisa de uma proposta mais objetiva, mais palpável”. OP - Por que essas cidades? Amália - Eram cidades-polo que pudessem acolher. E quem mobilizava no município era a Undime e a Aprece. Mobilizavam secretários que estivessem interessados, porque na época não eram todos os municípios que queriam participar não. Depois dessa reunião, 60 municípios aderiram. Aí, a gente já tinha escutado o que as pessoas queriam: “A gente não quer uma cartilha nem uma receita pronta. A gente quer um caminho, um caminho prático”’. Pensei: “Já sei o que eles querem. Eles querem uma reflexão da prática”. E a partir dessa ideia da reflexão da prática e baseada nos dois programas do MEC, o Profa (Programa de Formação de Professores Alfabetizadores), um programa de alfabetização do MEC, e o Pró-Letramento, que era de um grupo lá de Recife, do Ceel. OP - E como começou o trabalho com os municípios? Amália - A gente começou com esses 60 municípios a criar uma ideia de uma proposta didática. Ouvindo, com interlocuções. A gente fazia encontros e eu levava várias propostas, atividades. Eles definiam, a gente conversava, voltava. Isso aconteceu em 2006 e início de 2007. Como estava dando resultado e estava tendo uma empolgação muito grande desses municípios, o governo propôs liderar, comandar esse programa e abrir para que todo mundo do Estado que quisesse participar pudesse participar. OP - Qual era a proposta inicial? Amália - Nessa época, a alfabetização já é primeiro ano do ensino fundamental. Começamos a ir no Estado, mas ainda não tínhamos o material pronto, tínhamos a ideia inicial, o modelo inicial, a proposta inicial, que foi dialogada com esses 60 municípios. No começo a gente chamava essa proposta de “Abracadabra”. A gente estava procurando uma coisa que abrisse. Abracadabra começa com abra e termina com abra. E era isso que a gente queria, que não fosse nada fechado. E fomos procurar o Abracadabra da alfabetização do Ceará. A gente precisava encontrar nossa proposta, dialogando. Acho que fui empolgando e todo mundo se empolgando. OP - E foi clareando. Amália - E foi clareando. É tanto que, quando o Estado propôs, para surpresa nossa, independente de qualquer partido político, todos os municípios aderiram. A gente não esperava. OP - Quando o Estado resolveu tomar para si, não houve uma certa resistência? Amália - Não. Engraçado, naquele momento as coisas estavam de uma forma mais apaziguadora. Acho que a gente vive um medo tão grande, um trauma tão grande do analfabetismo. É uma questão que mexe com todo mundo. Ricos e pobres. Quando chega na alfabetização, todos perguntam: “Será que ele vai ler? Quando ele vai ler?”. Pode ser rico, pobre, qualquer idade, há essa preocupação. Era um tema que envolvia todos para além de partido e para além do lugar onde estavam. OP - Vocês tinham a dimensão de onde poderiam chegar? Amália - A Seduc abraçou. Todo mundo foi muito empolgado. Foi uma história! Se a gente já soubesse a dimensão a que ele ia chegar, acho que a gente não tinha conseguido. Porque ele foi nascendo, ele não já veio com um modelo pronto. Gerado com a cara do Ceará, com as pessoas se juntando, com a gente ouvindo. OP - A que a senhora atribui tanta empolgação? Por ser um projeto novo ou pela dimensão? Amália - Acho que pelo fato de mexer com a alfabetização. Era a tragédia. Essas crianças estão na escola, adquiriram o direito de escola, conseguimos o direito delas permanecerem na escola, não tem mais tanta evasão, e a coisa principal, que era alfabetizar? OP - E qual foi a fórmula? Amália - Primeiro eu acho que foi porque não foi uma coisa imposta, ele teve uma construção dialogada e ouvida em todo o Estado. A gente estava presente nos municípios. Eram seis coordenadores; em cada polo tinha um. Mas eu acho que foi a paixão de todo mundo pelo tema. Pela necessidade tremenda. Numa época dessas as crianças não estarem lendo? É uma coisa que mexia com todo mundo. Não mais com aquele sentimento de pena, de culpa, era de responsabilidade mesmo. OP - Vocês estavam lidando não com uma escola nem com um grupo, mas com o Estado inteiro. Nunca passou pela cabeça da senhora que poderia não dar certo? Amália - Não. Eu tinha tanta certeza. Lembro que, uma vez, eu disse para a Izolda (Cela, secretária da Educação do Estado) e pra equipe toda: “Esse é o melhor método, essa é a melhor proposta, vai dar certo”. Porque já tinha dado certo nos outros 60 (municípios). E outra coisa: eu já tinha muita vivência com isso aqui. Tanto no NDC, teoria e prática, como na escola Espaço Vida, que eu dou assessoria também, que é a escola da minha família. E a gente foi vendo a mudança que foi acontecendo. OP - Em termos práticos, como foi a estrutura de vocês usaram? Amália - Para montar essa proposta, juntou toda a minha teoria e do meu grupo, todo o teórico-prático. Por exemplo, Emídia Ferreira diz: “A criança pensa...”. Sim, mas o que ela pensa? “A gente tem que trabalhar as práticas de oralidade, leitura e escrita’’. Sim, mas como? Foi aí que eu montei isso aqui. E dialogando nas formações com todo mundo. E a maioria das formações, no começo, eram aqui. Eu mesma que fazia. Acho que a minha paixão empolgava todo mundo. Também teve a confiança que elas tiveram em mim. No começo, as professoras não confiavam na Seduc, achavam que era papo do governo. Eu dizia: “Esqueçam papo de governo, vamos pensar na gente. Vamos aproveitar esse momento e falar como educadores, como pensantes da educação. Deixa os políticos falarem o que quiserem”. OP - Quando os primeiros resultados começaram a ser vistos? Amália - Foi logo em 2008, fim de 2007. A primeira versão desse material foi em 2008, porque a gente passou o 2007 testando, entregando manualmente. Para fazer o piloto nós dialogamos. Para fazer a parte experimental, fomos para Pacoti, aplicamos com professores da zona rural. A gente experimentava. Eles diziam: “A gente não está entendendo”. E foi muito importante esse trabalho. Nós íamos toda sexta- feira, passamos assim um mês ou dois. Toda sexta-feira o grupo da gente, junto com a Seduc, ia pra lá. Nesse dia, ia pra uma escola e recebia todas as professoras do município. ‘Todas as professoras do município’ só somavam 20. Isso em Pacoti. Todo mundo queria que a gente fosse nas cidades. A gente foi ajustando. Outra coisa que foi pedida: que as formadoras de cada município não fossem por indicação, por causa da política. Tinha exigências: que tivesse o Profa ou que estivesse fazendo o Pró-Letramento e que fosse estudiosa em alfabetização. Outra coisa que eu acho que foi dando certo foi esses apelos técnicos serem atendidos. OP - A senhora se lembra de algum caso que tenha chamado atenção? Amália - Ah, várias as vitórias. Em Pacoti, eu vivenciei uma professora que disseram assim: “Amália, fica estudando com aquela professora que é a mais tradicional, é bem resistente. Fica na turma dela”. Foi emocionante no dia em que eu vi a professora começar a gritar, a me abraçar e dizer: “Os meninos pensam, os meninos pensam!”. E eu: “E você achava que eles não pensavam?”. E ela dizia: “É porque eu não acreditava que era assim”. OP - Mas o que mudou dentro da sala de aula? Amália - O método. Elas levaram materiais diferentes pra sala, acreditaram no letramento, na inserção. Ver que se alfabetiza na inserção. Desmitificar a alfabetização do ba-be-bi-bo-bu, da caligrafia, da cópia das letras. OP - A senhora sentia que elas estavam desacreditadas dos alunos por estar nesse mesmo método há tanto tempo? Amália - Foi bom o Profa e o Pró-Letramento terem dado uma sustentabilidade teórica, que elas abriram a mente. Elas tinham vontade de fazer, de dar uma mudada na sala de aula e não faziam porque os livros que estavam sendo escolhidos e a própria situação não davam suporte. Eu entrei uma vez na sala e a atividade da professora era: “Complete: ba-be-bi-bo..., ta-te-ti-to...”, aquela história das famílias silábicas. A gente perguntava: “Por que faz assim?”. Algumas diziam: “Porque a gente aprendeu assim. A gente tem medo que não dê certo de outro jeito”, “É porque assim é mais fácil”, “É porque a maioria das cartilhas vem assim”. OP - Como a senhora teve acesso a esse interesse do Governo Federal, de se inspirar no Paic? Amália - Fui acompanhando. Eles vinham visitar a equipe de gestão, na Secretaria. OP - Quando começou esse olhar diferente para cá? Amália - Em 2010, 2011 eles já estavam formatando. Em 2012, 2013 agora estão lançando. E eles vieram aqui. Eu tive algumas reuniões com a equipe deles, para mostrar o material. E outra coisa: o grupo teórico lá que está na formatação das formações é o mesmo grupo que eu tive, que é o de Pernambuco. Eu não estou no comando no Pnaic (Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa) porque, no caso aqui da gente, já era a UFC que estava nesse comando. Também por conta do meu doutorado. E eu tive um câncer em 2011. Então, tive que parar um pouco. Mas foi até terapia: enquanto eu fazia quimioterapia, até reunião pelo Skype fazia. OP - A doença não foi motivo para a senhora se afastar? Amália - Não. Não abri mão, não abri. Eram só aqueles dias depois da quimioterapia que eu já sabia o que acontecia. A médica Célia Barreto me chamou para escrever um livro com ela, para mostrar a forma como eu encarei e superei. OP - Hoje, pelos resultados já obtidos, qual é desafio? Amália - Agora é matemática. Tem dois anos que a gente está dando formação de matemática. OP - Dentro desse processo, a senhora se intitula “a mãe do Paic”? Amália - Não. Do Paic, não, porque ele é muito mais que uma questão didática. A Aprece, a Unicef e a Seduc é que seriam grandes figuras. OP - E a professora Amália se insere como? Amália - Eu seria a professora. A pesquisadora, aquela que foi com olhar de professora. No meio dessa selva política, acho que o que deu certo foi eu ir com esse olhar de professora. Eu não queria saber de partido político. Eu não gosto dessas coisas. A minha forma é de professora mesmo, de botar limite, ser apaixonada mesmo. OP - Algum dos seus filhos seguiu a área de educação? Amália - Nenhum dos dois, acredita? Mariana, a mais velha, tem uma empresa de entretenimento, a Bambolim. Ela dizia assim: “De uma coisa eu tenho certeza na vida: professora nunca!”. Terminou na área de administração. E o Artur faz Direito, mas é músico também. OP - A senhora tem fé? Amália - Na força humana. Com o câncer, nos primeiros três meses, a gente pensa que vai morrer. É porque é difícil. Eu passei a ler Nietzsche e o conceito de corpo sem órgão, entre a lucidez e o delírio. Toda vez, antes de eu sair pra fazer a quimioterapia, eu olhava pro mar e gritava bem alto: “Ahhh”. Era uma forma de expurgar. OP - A senhora parece uma mulher de força. Amália - Só tenho medo de sapo. (risos)

sábado, 25 de maio de 2013

Ser Criança...

Entre a inocência da infância e a compostura da maturidade,há uma deliciosa criatura chamada criança. Embora se apresentem em tamanho, pesos e cores sortidos, todas as crianças tem o mesmo credo: aproveitar cada minuto de todas as horas de todos os dias e protestar ruidosamente ( pois o barulho é sua única arma ) quando seu último minuto é decretado e os adultos os empacotam e os colocam na cama. Crianças são encontradas em toda parte: em cima de, embaixo de, dentro de, subindo em, balançando-se no, correndo em volta de, pulando para... As mães as adoram, irmãos e irmãs mais velhos assuportam, adultos as ignoram, o céu as protege. Uma criança é a verdade com o rosto sujo, a beleza com um corte no dedo, a sabedoria com um chiclete no cabelo, a esperança do futuro com uma rã no bolso. Quando você está ocupado, uma criança é uma conversa fiada, intrometida e amolante. Quando você deseja que ela cause boa impressão, seu cérebro vira geléia ou ela se transforma numa criatura sádica e selvagem empenhada em destruir o mundo ao seu redor. Uma criança é um ser híbrido: o apetite de um cavalo, a energia de uma bomba atômica de bolso, a curiosidade de um gato, os pulmões de um ditador, a imaginação de um Julio Verne, o retraimento de uma violeta, o entusiasmo de um bombeiro e quando se mete a fazer alguma coisa é como se tivesse cinco polegares em cada mão. Gosta de sorvete, canivete, serrote, pedaços de pau, bichos grandes, dos pais, sábados, domingos e feriados e mangueiras d água. Não é partidária do catecismo, escola, livros sem figuras, lições de música, colarinhos, barbeiros, agasalhos, adultos e "hora de dormir".(Foto: Alunos do Transporte Escolar Parquelândia - Tia Andréa e Tio Junior estudantes da Escola Espaço Vida ) Ninguém se levanta tão cedo , nem chega tão tarde para o jantar. Ninguém se diverte tanto com árvores, cachorros e mosquitos. Ninguém é capaz de colocar num só bolso: um canivete enferrujado, uma maçã comida pela metade, um metro e meio de barbante, um saco plástico, dois chicletes, três moedas, um estilingue e fragmentos de substância ignorada. Uma criança é uma criatura mágica; você pode mantê-la fora de seu escritório, mas não pode expulsá-la de seu coração. Pode pô-la fora da sala de visitas, mas não pode tirá-la de sua mente. Queira ou não, ela é seu captor, seu dono, seu patrão, um nanico, um saco de encrencas. Mas, quando, à noite você chega em casa com suas esperanças e seus sonhos reduzidos a pedaços, ela possui a magia de soldá-los num segundo, pronunciando duas simples palavras: "alô papai, alô mamãe"....Boa Noite! Amo Vocês! Mensagem com amor

sábado, 11 de maio de 2013

Menos velocidade,mais vida.

O que é É a limitação da velocidade dos veículos a 30 km/h nos chamados "cascos urbanos", isto é, em zonas de grande movimento de veículos automotores, motociclistas, pedestres e cliclistas. Em alguns países, como o Reino Unido, que usa a métrica milhas/por hora, a campanha recebe o nome de 20´s plenty for us. A importância da redução da velocidade A redução da velocidade de circulação dos veículos motorizados desempenha um papel fundamental na forma de utilização do espaço público, em particular na devolução de seus componentes social e ambiental. Para tal, é necessário contribuir para a mudança de comportamento dos condutores dos veículos motorizados e para uma maior consciência do espaço público enquanto espaço de convivência. Efeitos Quando uma área residencial com o limite de velocidade de 50km/h é redesenhada para o formato ‘Zona 30’, a queda média no número de acidentes é de aproximadamente 25%. A Zona 30 também tem um efeito positivo no que diz respeito à qualidade de vida: diminuição de ruídos, o pedestre tem mais facilidade para cruzar as ruas e as emissões poluentes são menores. Ângulo de visão A diminuição de velocidade é proporcional ao aumento da visão periférica, o que permite melhorar a percepção do espaço envolvente e dos outros pessoas que utilizam do espaço público. Distância de travagem Circular a uma velocidade moderada permite uma distância de travagem mais reduzida diminuindo, igualmente, a gravidade das consequências para o pedestre, em caso de colisão. Probabilidade de morte de um pedestre A velocidade de colisão influencia diretamente o risco de morte dos pedestres, uma vez que a energia de colisão é proporcional à massa dos veículos e ao quadrado da velocidade. Refira-se ainda que a probabilidade de morte de um pedestre aumenta exponencialmente a partir dos 30km/h. Espaço de circulação A velocidade influencia o espaço que os veículos necessitam para circular. À medida que a velocidade aumenta os veículos necessitam de mais espaço para circular. Assim, quanto mais se pretende reduzir velocidades, mais se devem reduzir os perfis das ruas. Velocidade e ambiente A velocidadede circulação dos veículos motorizados e a respectiva regularidade são fatores determinantes para o consumo energético dos veículos e para o nível das respectivas emissões poluentes. Uma condução agressia, caracterizada por episódios de aceleração e travagem, apresenta um maior consumo energético. É, assim, fundamental promover a eco-condução. A redução de velocidade dos veículos motorizados, promove a redução de diferença de velocidades entre eles e os modos suaves, o que melhora igualmente a percepção do ambiente urbano por parte destes últimos. Fonte: Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, Portugal. Benefícios • Cria cruzamentos seguros • Melhora a qualidade de vida • Aumenta os níveis de caminhada e ciclismo • Reduz a obesidade por meio do aumento da vida ativa • Reduz o volume de tráfego de veículos a motor e velocidades • Reduz os índices de acidentes rodoviários, ferimentos e mortes a todos • Reduz as emissões de gases de efeito estufa, poluição do ar e poluição sonora • Fomenta uma área onde pedestres, ciclistas e motoristas convivem com segurança e conforto • Desenvolve espaço público que é aberto e seguro para todos, incluindo as pessoas com deficiência • Aumenta o espaço disponível para caminhadas, ciclismo, e as pessoas na rua para comer, brincar e aproveitar a vida • Proporciona uma área segura para as crianças em zonas escolares • Aumenta os valores imobiliários de casas e empresas locais • Aumenta a vitalidade econômica da área • Fortalece o sentido de comunidade Quem somos O Instituto Avante Brasil (O Instituto da Prevenção do Crime e da Violência) é uma entidade sem fins lucrativos e que tem por escopo facilitar o acesso às informações e pesquisas sobre os mais diversos temas acadêmicos e científicos. O Instituto nasceu para realizar pesquisas, criar fontes de dados, acompanhar e avaliar as diversas políticas adotadas e implementadas pelas autoridades e, sobretudo, contribuir para a elaboração de políticas públicas nas suas áreas de atuação. O IAB também pretende disponibilizar referências bibliográficas nacionais e internacionais sobre inúmeros assuntos, bem como apresentar projetos, artigos e estratégias de enfretamento dos mais variados problemas sociais, com o propósito de Prevenir o Crime e a Violência, bem como promover o Desenvolvimento Humano. Assim, dotado de um caráter essencialmente interdisciplinar, o IAB destina-se a colaborar (em sua área de atuação) com todos os estudantes e profissionais, bem como com os demais interessados. Conta ainda o Instituto com um portal que constitui um novo espaço para troca de informações, debates e projetos, com o intuito de propiciar renovações, melhorias e aprimoramentos culturais, passando pelo desenvolvimento do ser humano. Diretor-Presidente: LUIZ FLÁVIO GOMES Doutor em Direito Penal pela Universidade Complutense de Madri e Mestre em Direito Penal pela USP. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). Diretora Executiva: ALICE BIANCHINI Doutora em Direito Penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000) e Mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (1994). Professora da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e Presidente do Instituto Panamericano de Política Criminal – IPAN. Coordenação e elaboração das pesquisas: FLÁVIA MESTRINER BOTELHO Socióloga e Mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo (2012).

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Depois do programa Caminhos da Escola que mudou o Transporte Escolar Rural, o Governo volta suas atenções para os Transportes Urbanos.

O Ministério da Educação executa atualmente dois programas voltados ao transporte de estudantes: o Caminho da Escola e o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), que visam atender alunos moradores da zona rural. O Caminho da Escola foi criado pela Resolução nº 3, de 28 de março de 2007, e consiste na concessão, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de linha de crédito especial para a aquisição, pelos estados e municípios, de ônibus, miniônibus e micro-ônibus zero quilômetro e de embarcações novas. Já o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) foi instituído pela Lei nº 10.880, de 9 de junho de 2004, com o objetivo de garantir o acesso e a permanência nos estabelecimentos escolares dos alunos do ensino fundamental público residentes em área rural que utilizem transporte escolar, por meio de assistência financeira, em caráter suplementar, aos estados, Distrito Federal e municípios. Com a publicação da Medida Provisória 455/2009 – transformada na Lei no 11.947, de 16 de junho do mesmo ano –, o programa foi ampliado para toda a educação básica, beneficiando também os estudantes da educação infantil e do ensino médio residentes em áreas rurais. O programa consiste na transferência automática de recursos financeiros, sem necessidade de convênio ou outro instrumento congênere, para custear despesas com reforma, seguros, licenciamento, impostos e taxas, pneus, câmaras, serviços de mecânica em freio, suspensão, câmbio, motor, elétrica e funilaria, recuperação de assentos, combustível e lubrificantes do veículo ou, no que couber, da embarcação utilizada para o transporte de alunos da educação básica pública residentes em área rural. Serve, também, para o pagamento de serviços contratados junto a terceiros para o transporte escolar. Os estados podem autorizar o FNDE a efetuar o repasse do valor correspondente aos alunos da rede estadual diretamente aos respectivos municípios. Para isso, é necessário formalizar a autorização por meio de ofício ao órgão. Caso não o façam, terão de executar diretamente os recursos recebidos, ficando impedidos de fazer transferências futuras aos entes municipais. Os valores transferidos diretamente aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios são feitos em nove parcelas anuais, de março a novembro. O cálculo do montante de recursos financeiros destinados aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios tem como base o quantitativo de alunos da zona rural transportados e informados no censo escolar do ano anterior. O valor per capita/ano varia entre R$ 120,73 e R$ 172,24, de acordo com a área rural do município, a população moradora do campo e a posição do município na linha de pobreza.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Loucura no Trânsito

Distúrbios comportamentais no trânsito: Falta educação, gentileza,cordialidade e principalmente cidadania. os problemas que hoje vivenciamos no trânsito, a meu ver, estão com raízes fincadas ainda mais abaixo de causas de natureza emocional ou então, provocadas por efeitos de substâncias psico-ativas.comportamento antissocial gerados pelo uso do álcool e drogas de maneira isolada ou crônica. Hoje vivemos uma crise de valores; ser educado, gentil, cortês, virou sinal de fraqueza, de gente sem brio e sem capacidade de lutar pelo seu espaço. em nossa sociedade competitiva e marcada pelo culto ao ter, aprende-se desde cedo que se você não for agressivo, outro tomará o seu lugar e nada lhe restará a não ser o rótulo. Além disso, com a ausência sistemática de pais e mães da educação dos filhos, associada à decadência do ensino formal público, está dando espaço para a formação de uma sociedade marcada pelo “cada um por si, Deus por todos”; você que se dane, contanto que eu esteja bem. Este quadro vai se perpetuando pois os adultos de hoje são as primeiras gerações fruto de casais nascidos no final dos anos 60 e 70 e que se viram obrigados a passar o dia todo fora para poder conquistar algum conforto neste mundo de exacerbada exigência profissional. Assim, estamos perpetuando este estado de coisas e, sem o freio moral para barrarmos nossos impulsos mais vis, damos margem para que os distúrbios comportamentais se manifestem livremente, ao menor sinal de contrariedade – e o trânsito é só um potencializador desta possibilidade.De quem é a culpa Desta maneira, estamos asfaltando o caminho para que se acelere ainda mais a edificação de um organismo hostil e fértil terreno para o surgimento de patologias sociais. http://www.fichasdesenhos.com/semana-do-trnsito.html//André Ramos portal

terça-feira, 16 de abril de 2013

Educação do Trânsito : Segurança sempre é bom.

Amigos, para dirigir qualquer veículo automotor é muito importante ter o conhecimento técnico, como por exemplo, tempo de marcha, ângulo de curvas, entre outros. Um dos procedimentos técnicos dos mais importantes, pouco é difundido e explicado entres os condutores: como pisar no freio do veículo em situação normal e em situação de pânico. A imensa maioria das pessoas que dirigem não sabem como fazer isso. Assim, além de causar desconfortos para os passageiros, aumentam muito a probabilidade de envolver-se em acidentes por não saber como frear em situações de emergência. Além disso, o treinamento para quem vai transportar pessoas deveria ter o mesmo nível dos pilotos de aviões comerciais, pois o risco de acidente é muito maior aqui na terra do que lá no céu!!! Não é o que acontece…o grande problema da educação no trânsito é a formação do individuo através da inclusão da educação, só se muda através de uma ferramenta capaz de fazer rever valores, mudança de comportamento, compartilhar o espaço público que é de todos, saber qual a importancia do transito,os governantes devem trabalhar de forma transversal ou na Multidisciplinalidade ou seja devem definir como prioridade a educação de transito formal para as escolas em geral,para que nossas crianças e jovens não fiquem sem a inclusão social no transito e para dar um freio na mortalidade,pois em quanto isto os finais de semana e feriadões acrescetam cada vez mais o numero de mortos por falta de um conhecimento e responsabilidade que é o nosso transito.Devemos cobrar sempre a educação de trânsito nas escolas.

sábado, 23 de março de 2013

Avenida Bezerra de Menezes entre os maiores pontos de fluxo de veículos de nossa capital.

Seja pela manhã e já no comecinho do dia ,quando os primeiros raios de sol surgem,é quando os transportes começam o inicio das rotas ainda acordando a galerinha. Já se escuta o barulho das buzinas e da forte movimentação dos motores dos veículos.O som é ensurdecedor.Essa situação é vivida todos os dias por quem precisa se deslocar pela Avenida Bezerra de Menezes. De acordo com a Autarquia Municipal de Trânsito(AMC) ela é o corredor de maior fluxo de veículos de Fortaleza.Ela sozinha recebe cerca de 41.239 veículos diariamente.O trânsito de Fortaleza exige paciência e educação daqueles que o enfrentam diariamente, principalmente nos horários de pico. De acordo com a Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania de Fortaleza (AMC), as cinco principais vias municipais da capital cearense são as avenidas Bezerra de Menezes, da Universidade, Aguanambi, Engenheiro Santana Júnior e Antônio Sales.Outro fator, é que estes locais possuem diversos pólos geradores de tráfego (shoppings, hospitais, supermercados e universidades) que atraem grande demanda ao longo do dia, se intensificando nos horários de pico de tráfego. Os horários que identificam o maior tráfego de veículos, segundo a AMC, é verificado nos picos da manhã (06:30 - 08:30), meio dia (11:30 - 13:30) e final da tarde (17:30 – 19:30).O condutor que trafega pela Av. Bezerra de Menezes no sentido oeste/leste, pode optar pela Rua Gustavo Sampaio, por exemplo. Já, no sentido leste/oeste, de acordo com a AMC, não existe rota alternativa. A situação de mobilidade e acessibilidade em Fortaleza está mais agravada. Segundo pesquisa, o problema ocorre em razão do aumento do número de veículos, a partir da facilidade de compra, da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e da qualidade dos transportes coletivos. “A quantidade de carros na capital está diretamente ligada ao desejo que as pessoas têm por um automóvel, seja pela facilidade de compra ou para evitar usar ônibus”, explica. Para melhorar o fluxo(G1.com) No que compete ao Controle de Tráfego em Área de Fortaleza (CTAFOR), as ações para melhorar o fluxo de veículos na Capital, são executas pelos engenheiros que monitoram através das câmeras o comportamento do fluxo veicular para identificar alguma interferência que possa reduzir a qualidade do tráfego. Com o auxílio do Sistema do Semáforo em tempo real (SCOOT) é possível ainda realizar, quando necessário, alterações no semáforos que compõem estes corredores viários, assim como nos demais que possuem a mesma tecnologia.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Gente, tem coisa melhor do que fazer o que a gente mais ama? Tem nãooooooooooo...O cantinho do escolar e em especial o resgistro das fotos entrou na nossa vida com força total e estamos cada dia mais apaixonados por essa arte que dá mais do que sentido ao nosso dia a dia... Porque vamos combinar que é um "prazerzão" registrar momentos únicos, eternizando-os, tornando-os duradouros nas mentes e corações... Além de claro que trabalhar com criança é uma delícia só. E é falando nisso que trago hoje as fotos de nossos alunos na descontração do carnaval de 2013 e em deslocamento para casa.Alunos do colégio Topo Gigio Parquelândia , os Lindos Francisco Gabriel, Julia Massa e a amiguinha Isabela Rosendo. Sexta-Feira como sempre de muita alegria!!! A Turminha da Escola Creche Espaço Vida (Arthur,sua linda irmã Sara e o amigão João César) logo se encontram com as amigas do Colégio CWD Maximus Ana Gabriela e a sorridente Thainá Aguiar. Tia Andréa com a turminha na maior felicidade. Julia massa e Isabela Rosendo alunas do Colégio Topo Gigio. Rodrigo aluno do Colégio Topo Gigio.